Páginas

sábado, 23 de abril de 2011

History - Anjo decaido - Parte I


- Me apresente ao arcanjo Hank por favor mensageiro.
- Sim, vossa senhoria, aguarde um instante por favor.
Esperei ansiosa por longos minutos. Meu coração batia fortemente e eu quase podia ouvi-lo como trovoadas, um eco pavoroso que soava em meus ouvidos.
- Pode entrar Yumi. - Disse o mensageiro abrindo os portões dourados e saldando-me.
Me deparei com salão enorme, todo em ouro. O chão era de cristal, o sol que vinha da janela o iluminava formando luzes coloridas referentes as cores do arco íris. O salão era divino e encantador. Haviam várias rosas brancas em vasos igualmente brancos e Lirios no altar. No centro, havia um artefato antigo que não sabia de certo que era. Um cetro talvez... Uma varinha fina e comprida com uma textura florida, no topo, fios de ouro brilhantes entrelaçados com algumas rosas vermelhas, e no meio delas, uma jóia brilhante. Cortinas brancas envoaçadas bailando com o vento.
Me senti plena. A serenidade pairava pelo ar.
Havia fileiras de anjos tocando arpas enormes e cantarolando com suas vozes doces e aveludadas. O canto deles e a melodia, era uma vibração sonora incomparável, dançava com o espaço tempo e chegava em meus ouvidos me envolvendo em tal canção.
Todos estavam vestidos de branco, com muitas rendas e babados. Seus rostos eram radiantes, e sua beleza, angelical. Seus olhos eram dourados intensos e hipnotizantes. Todos tinham a pele clara, quase branca como a neve. Quase pálidos. Eram uma perfeita obra prima da natureza.
Suas asas eram meigas e delicadas, todas muito sensíveis.
Dei um passo a frente quando o Arcanjo Hank virou-se para me fitar e me saldar. Retribui.
- Presumo que esteja aqui para sua primeira missão, estou certo?
- Está sim senhor.
- Siga-me.
Andamos pelo salão até chegar á um baú que havia atrás de uma estátua de um Arcanjo legendário.
Ele o abriu e pegou nas mãos um pergaminho antigo e estendeu as mãos a mim.
- Há vários nomes de pessoas que você deve salvar dentro deste pergaminho, pegue-o.
O saldei novamente e me retirei.

''Aika Shimizu Kimura''

Era o primeiro nome. Estava em negrito, destacado dos outros. Intrigante. Ninguém pode abrir o pergaminho além do aprendiz, por que o destino o destacou? Não importa. Olhei as informações a baixo e tratei de me preparar para salva-lo.

(...)

Continua...

Beijos D.

2 comentários:

  1. Sou suspeita para elogiar. Sou apaixonada por qualquer texto que envolva anjos. Mas devo confessar que essa história me chamou muito a atenção. Talvez pela descrição do lugar que me fez parecer estar dentro do cenário que você criou. Estou morrendo de curiosidade para ler a parte dois. rs'
    Lindo mesmo, você escreve muitíssimo bem.
    Beijos!
    http://perolairregulaar.blogspot.com.br

    ResponderExcluir