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domingo, 2 de janeiro de 2011

Três corações sem um unico refugio


A razão pesa minha alma e a emoção escorre pelo olhos. Ao expor meu coração coloquei vitimas em risco. Meu coração inquieto agora vê as consequencias de um ato impensado. Agora choro como se o amanhã não existisse mais. E talvez não exista. Pois tudo muda tão rapidamente que nem percebo quando devo parar ou quando devo correr. Já não sei mais que papel tenho que fazer nesta grande novela. Só o que resta são lágrimas compartilhadas de uma mesma dor.Uma dor que golpeou três corações ao mesmo tempo. Tudo passa tão rápido que já nem percebemos mais quando é hora de calar-se.Apenas paro e espero por uma nova oportunidade de expor minha alma a aqueles que mais a odiaram. E a aqueles que mais a amaram. Temos pouco tempo. E nem sabemos como usa-lo.Tudo queima há minha volta. Não sai sequer um som de minha boca. A dor me calou. Para sempre. Sinto a maldição se impregnando por todo o meu corpo.Meu sangue está ficando sujo. Minha alma está ficando sombria e não sei como impedir. Tais palavras não saim do ar. Um eco pavoroso as repete o tempo inteiro e me enlouquece.Maldita seja, lamina de prata na qual ameaça duas vitimas do amor e um coração que berra por afeto. Minhas veias não merecem serem machucadas, eu sei. Tudo está vindo de dentro para fora e infectando corações alheios.Vitimas de um grande medo que não conseguiu ficar aprisionado aonde deveria. Escuridão que não aguentou a luz do sol. Que a queima e refugia. Então, ela preferiu que o sol não existisse.

Beijos D.

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